Sexta-feira, 22 de Novembro de 2019
CIDADES

Casos de sarampo são confirmados na região.

Quatro cidades do noroeste paulista entraram na lista do Ministério da Saúde em um alerta contra o sarampo.

Publicada em 22/08/19 às 22:08h - 773 visualizações

por WEB TV SA / INFORMAÇÃO / ENTRETENIMENTO


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Casos de sarampo são confirmados na região; população deve comparecer aos postos para verificação da carteirinha

Quatro cidades do noroeste paulista entraram na lista do Ministério da Saúde em um alerta contra o sarampo. Estrela D’Oeste, Fernandópolis, Jales e São José do Rio Preto já têm casos confirmados este ano. 
Por isso, a Secretaria da Saúde de Santa Adélia está reforçando a importância da vacinação. “Todas as crianças devem ir aos postos de saúde com a carteirinha para que as profissionais de saúde verifiquem como está a situação vacinal. Além disso, as pessoas até 59 anos também devem ir até os postos, pois a vacinação para o sarampo se estende até essa faixa etária”, informa a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Michelle Bueno. 
A enfermeira lembra também que se a criança, a partir de seis meses, for viajar para uma área de transmissão, a vacinação deve ser antecipada. 
O vírus do sarampo é altamente transmissível. A transmissão ocorre seis dias antes e quatro dias após o início do exantema. As crianças menores de 5 anos, em particular, os menores de um ano de idade e os indivíduos com condições de imunodepressão têm risco aumentado de apresentar complicações graves, e evoluir a óbito.
O vírus da doença circula de forma endêmica em diferentes países do mundo. No Brasil, a circulação foi interrompida em 2000, e nas Américas em 2002.
A partir destas datas, casos esporádicos e surtos limitados, relacionados à importação ocorreram em diferentes países das Américas. O continente americano foi considerado livre do sarampo, em 2016. No entanto, em 2017, na Venezuela, ocorreu um surto de sarampo, relacionado ao genótipo D8. O surto extrapolou as fronteiras e chegou ao Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Equador e Peru.
No Estado de São Paulo, entre 2001 e 2018, foram registrados 51 casos confirmados de sarampo, importados ou relacionados à importação, com identificação dos genótipos D4, D5, D8 e B3. Em 2016 e 2017, não houve registro de caso confirmado de sarampo em território paulista. Já em 2018, foram registrados cinco casos de sarampo, sendo três relacionados à importação, com a identificação do genótipo D8 observado no Líbano e ao surto de Manaus e dois sem fonte conhecida.
Em fevereiro de 2019, foi registrado um surto de sarampo em tripulantes e passageiros de navio de cruzeiro na costa brasileira e em profissionais de saúde. Em março deste ano, houve a notificação de um surto intradomiciliar e um surto em universitários, no município de São Paulo.
Este ano, foram registrados 4.138 casos suspeitos de sarampo, 967 confirmados, 513 descartados e 2.658 estão em investigação. Até o momento, não houve registro de óbito no Estado de São Paulo.
“Pedimos que os pais compareçam aos postos de saúde com urgência para que as carteirinhas sejam verificadas. Os casos de sarampo já estão em cidades da região e as coberturas vacinais estão baixas. Precisamos trabalhar intensamente para controlar o surto e evitar que a situação se complique ainda mais”, finalizou a enfermeira.

Saiba mais
Os sintomas iniciais do sarampo são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. São comuns lesões muito dolorosas na boca. A doença pode ser grave, com acometimento do sistema nervoso central e pode complicar com infecções secundárias como pneumonia, podendo levar à morte.
A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade de contágio da doença. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível se contaminar através da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo no ambiente, especialmente em locais fechados como escolas e clínicas. A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite e dura até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.
A suscetibilidade ao vírus do sarampo é geral e a única forma de prevenção é a vacinação.





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