Terça-feira, 22 de Outubro de 2019
POLÍTICA

Vice assume prefeitura de Catanduva após prefeito ter mandado cassado

Marta do Espírito Santo Lopes (MDB) assumiu o cargo depois da Câmara dos Vereadores cassar o mandato de Afonso Macchione (PSB).

Publicada em 29/05/19 às 12:44h - 147 visualizações

por WEB TV SA / INFORMAÇÃO / ENTRETENIMENTO


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 (Foto: WEB TV SA / INFORMAÇÃO / ENTRETENIMENTO )

A nova prefeita de Catanduva (SP) Marta do Espírito Santo Lopes (MDB) assumiu o cargo durante sessão realizada nesta terça-feira (28), na Câmara dos Vereadores. Ela foi empossada depois do ex-prefeito Afonso Macchione (PSB) ter o mandato cassado na segunda-feira (27).

A cerimônia começou por volta das 18h e seguiu o protocolo do presidente da Câmara. Em seguida, a então prefeita fez o juramento e assinou o termo de posse.

Essa é a primeira vez na história da cidade que ocorre uma cassação de um prefeito. Ao mesmo tempo, Marta do Espírito Santo se tornou a primeira mulher a representar a cidade.

Durante a possa, moradores protestaram contra a decisão. Coroas de flores foram colocadas com nome dos 10 dos 13 vereadores que votaram a favor da cassação de Afonso Macchione.

Depois de receber a placa com o termo de posse, Marta do Espirito Santo lamentou a cassação de Afonso Macchione.

“Nós estamos com o plano de seguir as diretrizes que traçamos junto com o ex-prefeito Afonso Macchione. Isso que a gente pretende cumprir. Estou um pouco emocionada, pelo que aconteceu aqui na Câmara, mas acho que o caminho é esse. Vou manter a equipe que é excelente”, diz a nova prefeita.

Cassação

O ex-prefeito teve o mandato cassado durante uma Comissão Processante que entendeu que ele cometeu uma infração político-administrativa ao determinar, por meio de decreto, o uso de veículos escolares para transporte coletivo no final do ano passado e no início de 2019.

Na época, o município ficou sem empresa concessionária para assumir o serviço dos ônibus circulares.

De forma emergencial, motoristas e veículos do transporte escolar foram para ruas sem realizar a cobrança de tarifa para os passageiros.

Durante o processo, os vereadores ouviram nove testemunhas, entre elas, funcionários públicos. O relatório foi dividido em 10 volumes. Ao todo, são quase 2 mil páginas.

Afonso Macchione nega as irregularidades e explica que usou os veículos escolares no período de férias dos alunos para que a população não ficasse sem o transporte coletivo. No entanto, a comissão entendeu que ele não poderia ter feito isso.

Ele também afirma que a cassação foi política e não pela Justiça. Por isso, não pretende não recorrer.


Por G1 Rio Preto e Araçatuba





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